Religião: Santo do Dia
7 de junho
Corpus Christi
A Eucaristia pertence a três grandes destinatários. Antes de tudo, a toda a humanidade. Na narrativa da instituição, o sacerdote repete as palavras de Jesus sobre o cálice do sangue, sinal da nova e eterna aliança, o qual foi derramado por todos para a remissão dos pecados. A doação de Cristo a todos no gesto da cruz, renovada no sacramento da Eucaristia, significa que ela se faz dom para a humanidade. Teilhard de Chardin avança mais longe. Na Missa sobre o mundo, vê a Eucaristia em ligação com o gigantesco processo cósmico evolutivo de bilhões de ano.
Os cristãos acreditam que o ato de entrega de Cristo na cruz se faz presente no sacramento eucarístico. A Eucaristia, portanto, renova sob sinais visíveis o amor infinito de Cristo, levado ao grau extremo na doação de sua vida. Em qualquer lugar em que se celebre o mistério eucarístico, o cristão se sente em casa. Aí vê realizado de modo misterioso nos sinais do pão e do vinho o maior mistério de amor acontecido na história humana por parte do próprio Filho de Deus.
Nessa fé se baseia o ecumenismo. Pouco a pouco, caminhamos para a grande intercomunhão entre todos os cristãos na Eucaristia. Porque nela se realiza o mistério da Reconciliação de todo pecado, de toda separação, de toda divisão pela força mesma da graça. O Concílio de Trento reafirmou a doutrina bíblica da reconciliação pela a cruz e ressurreição do Senhor e da sua presencialização na Eucaristia.
No entanto, ela, já antecipada pela natureza mesma da Eucaristia, ainda não se fez história. A Igreja católica se entende como a principal ministra dessa Eucaristia, cabendo-lhe a missão de velar e zelar pelas condições de sua realização. Ainda não conseguimos resolver o impasse ecumênico com todos os cristãos e muito menos com toda a humanidade, no sentido etimológico do término. Oikoumenos, em grego, deu ecúmeno em português, que, segundo Houaiss, significa “área geográfica que é permanentemente habitada pelo homem”. Jesus e todo cristão sonham que a Eucaristia se torne alimento de todos os humanos.
O trabalho ecumênico consiste, por conseguinte, no duplo movimento. Teologicamente, mostrando a ecumenicidade, a universalidade da Eucaristia, como dom a toda humanidade. Pastoralmente, criando as condições e os passos para a intercomunhão entre todos os cristãos e depois entre todos os humanos que reconhecerem como todo o processo evolutivo, de hominização e de humanização, encontra no Cristo cósmico, o príncipio e o fim. Jesus eucarístico significa, portanto, Alfa e Ômega de toda realidade.
Os cristãos acreditam que o ato de entrega de Cristo na cruz se faz presente no sacramento eucarístico. A Eucaristia, portanto, renova sob sinais visíveis o amor infinito de Cristo, levado ao grau extremo na doação de sua vida. Em qualquer lugar em que se celebre o mistério eucarístico, o cristão se sente em casa. Aí vê realizado de modo misterioso nos sinais do pão e do vinho o maior mistério de amor acontecido na história humana por parte do próprio Filho de Deus.
Nessa fé se baseia o ecumenismo. Pouco a pouco, caminhamos para a grande intercomunhão entre todos os cristãos na Eucaristia. Porque nela se realiza o mistério da Reconciliação de todo pecado, de toda separação, de toda divisão pela força mesma da graça. O Concílio de Trento reafirmou a doutrina bíblica da reconciliação pela a cruz e ressurreição do Senhor e da sua presencialização na Eucaristia.
No entanto, ela, já antecipada pela natureza mesma da Eucaristia, ainda não se fez história. A Igreja católica se entende como a principal ministra dessa Eucaristia, cabendo-lhe a missão de velar e zelar pelas condições de sua realização. Ainda não conseguimos resolver o impasse ecumênico com todos os cristãos e muito menos com toda a humanidade, no sentido etimológico do término. Oikoumenos, em grego, deu ecúmeno em português, que, segundo Houaiss, significa “área geográfica que é permanentemente habitada pelo homem”. Jesus e todo cristão sonham que a Eucaristia se torne alimento de todos os humanos.
O trabalho ecumênico consiste, por conseguinte, no duplo movimento. Teologicamente, mostrando a ecumenicidade, a universalidade da Eucaristia, como dom a toda humanidade. Pastoralmente, criando as condições e os passos para a intercomunhão entre todos os cristãos e depois entre todos os humanos que reconhecerem como todo o processo evolutivo, de hominização e de humanização, encontra no Cristo cósmico, o príncipio e o fim. Jesus eucarístico significa, portanto, Alfa e Ômega de toda realidade.
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